Mostrar mensagens com a etiqueta cdp. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cdp. Mostrar todas as mensagens

sábado, 2 de julho de 2011

É necessário simplificar as coisas: A CDP de Luís Santos, Castelo Branco e José Constantino morreu

Eu estava a tornar tudo complicado.

A CDP morreu e as únicas pessoas interessadas na sua existência são as que lá estão.

Estas nem sequer representam nenhuma grande federação desportiva portanto o seu afastamento da realidade desportiva foi realizado pelos próprios que lá estão.

É necessário convencer o Estado que o dinheiro que é entregue à CDP é perdido para o desporto.

A função recreativa e as funções mais complexas que o associativismo não possui, não tem de ser 'pedidas' à CDP porque esta nunca as assumiu.

O COP pode avançar para novas medidas estruturas e funções de regulação privada sem negociar nada com a CDP.

A junção das duas instituições era apenas uma função de retórica que afinal pensando melhor não faz sentido, até porque as pessoas que estão na CDP não pescam absolutamente nada do que serão as novas funções necessárias ao associativismo português.

A CDP vai morrer por si própria se o Estado e as autarquias e as federações deixarem de financiar o CDP em critérios de amizade e de conveniência que não são públicos e aceites pela massa do associativismo desportivo.

A CDP de Luís Santos, Castelo Branco e José Constantino morreu.

Há que trabalhar o COP e com o COP, mesmo que ele não queira nem faça a mínima ideia do que faz e do que deverá fazer.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

A junção das universidades Clássica e Técnica de Lisboa

Aqui, é noticiada no Sol a junção das duas universidades.

Com a nomeação de Nuno Crato para o Ministério da Educação e face aos trabalhos existentes entre as duas universidades a junção estará por pouco.

Será que o COP e a CDP já se reuniram?

As grandes federações concordam ou preferem não se incomodar?

Os elementos partidários nas direcções de todas as organizações do desporto já se pronunciaram sobre a hipótese da junção do COP e CDP ou é melhor não porque retiraria o emprego pago pelo Estado, a algumas pessoas?

domingo, 13 de março de 2011

Para que servirão o COP e a CDP juntos?

Há um fracasso da actuação separada do COP e CDP e que a junção COP/CDP exige áreas e funções tratadas de forma inovadora.

As áreas serão três:
1.      A regulação privada visando a maximização do produto desportivo 
a.       Informal, relações com o associativismo de base, as autarquias e as escolas
b.      Recreação, racionalidade dos campeonatos amadores
c.       Alto Rendimento e desporto profissional, actividades dos atletas, treinadores e outros especialistas, CAR's
2.      Arbitragem de conflitos e auditorias
a.       Informal e preventiva junto das federações
b.      Auditorias técnicas e financeiras
3.      Cultura e ciência olímpica e desportiva
a.       Museu Olímpico e o Desporto
b.      Ciência e investigação

Podem ser mais ou menos ou organizadas de forma distinta da apresentada atrás.
Relevante é a descentralização de funções do Estado, IDP e autarquias, para o associativismo e a capacidade de execução de funções de maximização do produto desportivo.
Para que esse objectivo se concretize há que observar novas funções do COP/CDP:
1.       Conceber e actuar mediante um plano de longo prazo a vários ciclos olímpicos;
a.       Negociar com o Estado os objectivos privados e os objectivos públicos;
b.      Negociar com o Estado as responsabilidades do financiamento público;
c.       Articular com as suas federações os objectivos desportivos, os custos, as perspectivas de receitas;
d.      Acompanhar a aplicação do programa pelas federações;
2.       Receber do Estado montantes plurianuais, geri-los de acordo com os compromissos assumidos e prestar contas quanto aos resultados desportivos e à aplicação das receitas;
3.       Avaliar e prestar contas aos patrocinadores dos resultados dos compromissos assumidos;

Estas áreas e funções devem ser desenvolvidas na perspectiva da descentralização de responsabilidades com o Estado.
As áreas e funções de actuação do Estado passariam a ser outras que já desenvolvi noutros lados e a que certamente voltarei.

Neste momento, o objecto do poste foi indicar soluções para o fracasso da actuação da regulação privada que se assiste com a separação entre COP e CDP.