Na final da taça europa havia bandeiras para todos os gostos uma por cada nacionalidade dos jogadores e campeões.
Na final da champions apenas as cores do Barcelona.
Serão estas pequenas coisas que fazem a diferença?
O sentido do que não se passa no menos excitante mercado económico de Portugal mas passa-se no mais excitante mercado económico do mundo
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quinta-feira, 2 de junho de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
José Sócrates, Pinto da Costa e José Mourinho são eticamente mal criados
Os três criaram uma reputação de agressividade fora do normal.
Se no início de cada um a novidade da agressividade era uma característica da mestria, a reputação desenvolvida joga contra e causa prejuízos que nenhum já controla ou quer alterar.
No país e no partido, no futebol e no Real Madrid são comportamentos que impedem que as melhores soluções sejam assumidas e sejam capazes de gerar benefícios.
Ontem é discutível se o pontapé de Pepe não deveria ter sido controlado previamente.
A estratégia do Real Madrid era mais activa/agressiva do que a do Barcelona e a pressão sobre a bola por parte dos seus jogadores muito mais exigente psicologicamente.
Mourinho sabe que por tradição os seus jogadores são expulsos e deveria trabalhar este aspecto muito mais.
Deveria assunir a não agressividade ao ponto de não se irritar com os árbitros tornando o prejuízo do confronto mais pesado para o Real Madrid.
Nenhum árbitro hoje tem receio de expulsar um jogador do Real Madrid de José Mourinho.
Nenhum árbitro hoje tem receio de expulsar o treinador do Real Madrid que se chama José Mourinho.
É óbvio que José Mourinho já trabalhou o bastante para exigir que nas sessões de treino dos árbitros na UEFA e na FIFA haja um capítulo José Mourinho.
O Barcelona fica quase com a eliminatória resolvida graças a José Mourinho que canaliza as suas frustações para o domínio em que não foi contratado e onde deveria ter um comportamento exemplar e distinto.
A reputação de violência, contrária ao fair-play desportivo europeu, continua a ser a falha da brilhante estratégia montada pelo ainda melhor treinador do mundo.
Os clubes quando contratam treinadores deveriam passar a incluir uma cláusula a exigir o ressarcimento ao clube pelas expulsões dos jogadores e do treinador acima de um determinado nível técnico.
As federações e as ligas poderiam rever os seus regulamentos das competições para erradicarem estas violência latente e contumaz de alguns protagonistas dos seus espectáculos.
Ver aqui as declarações de José Mourinho.
Se no início de cada um a novidade da agressividade era uma característica da mestria, a reputação desenvolvida joga contra e causa prejuízos que nenhum já controla ou quer alterar.
No país e no partido, no futebol e no Real Madrid são comportamentos que impedem que as melhores soluções sejam assumidas e sejam capazes de gerar benefícios.
Ontem é discutível se o pontapé de Pepe não deveria ter sido controlado previamente.
A estratégia do Real Madrid era mais activa/agressiva do que a do Barcelona e a pressão sobre a bola por parte dos seus jogadores muito mais exigente psicologicamente.
Mourinho sabe que por tradição os seus jogadores são expulsos e deveria trabalhar este aspecto muito mais.
Deveria assunir a não agressividade ao ponto de não se irritar com os árbitros tornando o prejuízo do confronto mais pesado para o Real Madrid.
Nenhum árbitro hoje tem receio de expulsar um jogador do Real Madrid de José Mourinho.
Nenhum árbitro hoje tem receio de expulsar o treinador do Real Madrid que se chama José Mourinho.
É óbvio que José Mourinho já trabalhou o bastante para exigir que nas sessões de treino dos árbitros na UEFA e na FIFA haja um capítulo José Mourinho.
O Barcelona fica quase com a eliminatória resolvida graças a José Mourinho que canaliza as suas frustações para o domínio em que não foi contratado e onde deveria ter um comportamento exemplar e distinto.
A reputação de violência, contrária ao fair-play desportivo europeu, continua a ser a falha da brilhante estratégia montada pelo ainda melhor treinador do mundo.
Os clubes quando contratam treinadores deveriam passar a incluir uma cláusula a exigir o ressarcimento ao clube pelas expulsões dos jogadores e do treinador acima de um determinado nível técnico.
As federações e as ligas poderiam rever os seus regulamentos das competições para erradicarem estas violência latente e contumaz de alguns protagonistas dos seus espectáculos.
Ver aqui as declarações de José Mourinho.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
A reputação do desporto em grande
Pacheco Pereira , aqui, diz várias coisas:
Desta vez a reputação do desporto caiu vários graus!
- um dos problemas dos partidos é a sua transformação em oligarquias ...
- são estruturas que priviligiam as carreiras interiores ...
- faz com que as direcções estejam isoladas e não tenham a massa crítica à sua volta ...
- acabam por se transformar como pessoas de uma claque de futebol ...
- esse radicalismo é uma espécie de futebolização que os torna mediocres ...
Desta vez a reputação do desporto caiu vários graus!
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Jorge Sampaio falou sobre o exemplo dos desportistas
Enaltecendo os exemplos de várias profissões o ex-presidente da República referiu os desportistas o que sendo uma raridade nos tempos que correm fica como um incentivo ao Desporto.
A mensagem é se o Desporto fizer bem as coisas a sociedade e as suas instituições olharão para os actos do Desporto e, por exemplo, não farão cortes cegos e economicistas mas apoiarão projectos de desenvolvimento desportivo sustentado em que o desporto se comprometa a alcançar resultados positivos em benefício do país.
Hoje, com Jorge Sampaio, a reputação do Desporto subiu umas décimas.
Sabiam que o Dr. Jorge Sampaio esteve na origem da formação do Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol?
Conta o SJPF, aqui, que "Jorge Sampaio, presidente da República, foi constituído como advogado do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol, em 1968, a convite de António Simões, com a missão de elaborar os estatutos do organismo representativo da classe e de discutir a formalização do sindicato com o Governo de então, liderado por Marcelo Caetano.".
A mensagem é se o Desporto fizer bem as coisas a sociedade e as suas instituições olharão para os actos do Desporto e, por exemplo, não farão cortes cegos e economicistas mas apoiarão projectos de desenvolvimento desportivo sustentado em que o desporto se comprometa a alcançar resultados positivos em benefício do país.
Hoje, com Jorge Sampaio, a reputação do Desporto subiu umas décimas.
Sabiam que o Dr. Jorge Sampaio esteve na origem da formação do Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol?
Conta o SJPF, aqui, que "Jorge Sampaio, presidente da República, foi constituído como advogado do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol, em 1968, a convite de António Simões, com a missão de elaborar os estatutos do organismo representativo da classe e de discutir a formalização do sindicato com o Governo de então, liderado por Marcelo Caetano.".
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Por onde anda a reputação do desporto português
O estado do nosso desporto observa-se no novo arraial de pancadaria com a polícia de choque a intervir num jogo entre o Benfica e o Porto.
É possível fazer diferente porque em Espanha onde a rivalidade do Barcelona e do Real Madrid também é imensa e os adeptos dos dois clubes não se guerreiam, nem assumem que desporto é maltratar o adversário.
A situação é insustentável e devem encontrar-se as razões para isto estar a acontecer em Portugal.
Há muitas instituições a intervir na violência no desporto e nenhuma instituição sai de mãos limpas.
Podemos começar pela Assembleia da República, pelos mais altos magistrados que ou não actuam, ou actuam mal, ou não dão exemplos, ou não criam bons exemplos.
Chegar ao fim da legislatura com arraiais de pancadaria é mais um factor que sugere o fracasso da política desportiva de agentes públicos e privados.
Os arraiais de pancadaria custam dinheiro ao erário público, retiram-no de outras aplicações úteis ao desporto e à população e causam prejuízos privados com a destruição de propriedade.
Os prejuízos intangíveis observam-se na descredibilização do desporto e de prejuízos de enorme monta na sua reputação e no que seria o benefício de toda a actividade desportiva para jogos que deveriam enaltecer a componente lúdica e o respeito pelo vitorioso e pelo derrotado.
É possível fazer diferente porque em Espanha onde a rivalidade do Barcelona e do Real Madrid também é imensa e os adeptos dos dois clubes não se guerreiam, nem assumem que desporto é maltratar o adversário.
A situação é insustentável e devem encontrar-se as razões para isto estar a acontecer em Portugal.
Há muitas instituições a intervir na violência no desporto e nenhuma instituição sai de mãos limpas.
Podemos começar pela Assembleia da República, pelos mais altos magistrados que ou não actuam, ou actuam mal, ou não dão exemplos, ou não criam bons exemplos.
Chegar ao fim da legislatura com arraiais de pancadaria é mais um factor que sugere o fracasso da política desportiva de agentes públicos e privados.
Os arraiais de pancadaria custam dinheiro ao erário público, retiram-no de outras aplicações úteis ao desporto e à população e causam prejuízos privados com a destruição de propriedade.
Os prejuízos intangíveis observam-se na descredibilização do desporto e de prejuízos de enorme monta na sua reputação e no que seria o benefício de toda a actividade desportiva para jogos que deveriam enaltecer a componente lúdica e o respeito pelo vitorioso e pelo derrotado.
O Benfica e o Porto perdem porque os estádios não esgotam e a venda de merchandizing e os contratos de publicidade ficam abaixo do potencial.
Indirectamente o benefício de outras modalidades e de outros eventos desportivos negocia também longe do potencial caso o entusiasmo pelas competições desportivas transbordasse como parece acontecer por essa Europa.
A política desportiva tem de olhar para a reputação do sector como o elemento central para colocar o desporto em todas as suas manifestações e produtos como um factor decisivo para a edificação da imagem e do amor-próprio dos portugueses.
A impotência do jogo de ontem é o fracasso de clubes que não conseguem ser grandes onde se destruiu a relação entre o saber ganhar e o saber perder e o prazer que o desporto tem de um momento bem passado entre amigos e em sociedade.
Que terra é esta, que desporto é este, que política desportiva é esta onde não existem leis que ilegalizem as claques, não existem personalidades da sociedade e dos clubes que antes, durante e depois não falam, não aparecem juntas, não se misturam com os adeptos dos clubes e não afastam definitivamente com actos os arraiais de pancadaria dos jogos entre os maiores clubes portugueses?
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