Os presidentes das federações trabalham em separado com e sem crise.
Segundo se diz o PSD já reuniu com alguns presidentes considerados próximos das suas cores.
O PS terá feito o mesmo.
Este é o procedimento comum ao longo das décadas ouvem-se os presidentes das federações e alguns especialistas e está feito o trabalho para a legislatura do desporto.
Dentro de algum tempo começará a ver-se quem são os vencedores e os perdedores no mercado financeiro e no mercado do desporto.
O sentido do que não se passa no menos excitante mercado económico de Portugal mas passa-se no mais excitante mercado económico do mundo
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sábado, 16 de abril de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Por um tecido associativo competitivo
Maria José Carvalho refere no blogue Colectividade Desportiva a importância dos clubes centenários como o Académico Futebol Clube e o Clube Fluvial Portuense.
A SED e o IDP possuem há vários anos um programa que apoia os clubes centenários, com um outro nome: Clubes Desportivos Históricos – Clubes de Praticantes.
O que o poste me suscita é a necessidade de não só defender os clubes centenários ou os nossos grandes clubes como também haver políticas estáveis ao longo das décadas de resolução dos desafios que os micro, os pequenos e os médios clubes portugueses possuem.
A análise europeia mostra que a densidade de praticantes dos clubes portugueses é frágil. Nós possuímos dezenas de praticantes por clube quando na Europa alguns países trabalham com milhares de praticantes por clube.
Outro problema nacional é que esses países possuem maiores tecidos associativos (clubes) do que empresariais (ginásios) e, contudo, num caso e noutro possuem maiores e melhores estruturas e produtos desportivos testados pelos mais elevados índices europeus.
A SED e o IDP possuem há vários anos um programa que apoia os clubes centenários, com um outro nome: Clubes Desportivos Históricos – Clubes de Praticantes.
O que o poste me suscita é a necessidade de não só defender os clubes centenários ou os nossos grandes clubes como também haver políticas estáveis ao longo das décadas de resolução dos desafios que os micro, os pequenos e os médios clubes portugueses possuem.
A análise europeia mostra que a densidade de praticantes dos clubes portugueses é frágil. Nós possuímos dezenas de praticantes por clube quando na Europa alguns países trabalham com milhares de praticantes por clube.
Outro problema nacional é que esses países possuem maiores tecidos associativos (clubes) do que empresariais (ginásios) e, contudo, num caso e noutro possuem maiores e melhores estruturas e produtos desportivos testados pelos mais elevados índices europeus.
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