Colocar Fernando Gomes da liderança da federação de futebol é uma jogada superior que deixou a concorrência sem fôlego e com dores de cabeça, como há muito não acontecia.
Nomeadamente o Benfica e o Sporting estão estáticos nas boxes de partida e nem Soares Franco que tinha viajado para o norte, esperava uma destas.
As outras federações estão activíssimas a observar o jogo e a ver que migalhas sobram.
O Norte de Pinto da Costa é a única coisa de estimulante que mexe no burgo do desporto.
O problema ou o desafio, prefiro este último, é o programa.
Parecia que o desporto estava preparado para desenvolver o seu futuro a partir da Liga de Clubes como novo Conselho Nacional do Desporto e eis senão quando a aposta que surge é: se lideramos os donos da bola que estão nos clubes de futebol porque não dar um novo salto e tomar conta do desporto nacional?
Há quem diga que a Federação de Futebol não é o desporto nacional.
Pois, claro que não é, é lá agora!?
Pelo menos parece que este Porto não é o Porto de Valentim Loureiro com a rapaziada do Bobby e do Tareco.
Parece, porque o melhor será observar os próximos capítulos, porque as apostas agora vão ser mais altas e mais duras.
Não esquecer que o cenário contém a crise do desporto e as crises nacionais e o modelo que se pressente tem uma capacidade impositiva misto de força aplicada no sítio certo e de inteligência no desenrolar de todas jogadas de tal forma que a rapaziada compreende-a bem quando não há volta a dar.
Ninguém me vai levar a sério mas considero que Pinto da Costa deveria ser condecorado por Cavaco Silva. Porquê não condecorar quem tem arquitectado os sucessos materiais do desporto português relacionados com os clubes de futebol e as selecções?
O desporto é um sector gerador de externalidades que são benefícios externos que são apropriados por terceiros agentes sem que estes tenham contribuído para o pagamento da produção original.
Todos falamos do Ronaldo e a maior parte não paga nada para a sua formação e o seu salário.
Noutra perspectiva a existência de um bom clube num campeonato gera benefícios externos que tocam outros clubes.
Em Portugal primeiro foi o Benfica campeão europeu que tocou o norte coom a aspiração de terem um campeão europeu e mais tarde é o Benfica e o Sporting a beneficiarem da excelência do Porto.
Estamos a falar de um Porto que suporta bem 30 anos de competições nos campeonatos mais competitivos do mundo sobre a liderança de uma pessoa.
A hipótese de Pinto da Costa ter sucesso na liderança do futebol e do desporto nacional é apelativa e surge precisamente num momento de profunda crise do desporto.
Quanto a outros protagonistas, nomeadamente os públicos e outros.
Tudo tranquilo, como diz Paulo Bento. É melhor não misturar as coisas!
O sentido do que não se passa no menos excitante mercado económico de Portugal mas passa-se no mais excitante mercado económico do mundo
Mostrar mensagens com a etiqueta pinto da costa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta pinto da costa. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 20 de setembro de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
A importância dos grandes líderes: Pinto da Costa
Pinto da Costa tem o seu lugar nos anais do futebol europeu.
A par das vitórias no futebol profissional em Portugal e principalmente nos campeonatos europeus da UEFA durante os últimos 30 anos Pinto da Costa é uma escola de futebol moderno.
Pinto da Costa forma líderes que depois de consolidados no clube passam para outras organizações.
Apenas um exemplo com Fernando Gomes da Liga cujo mandato ainda começou mas que se espera venha a beneficiar da transicção bem sucedida de Hermínio Loureiro. O estudo realizado é um primeiro passo, a manutenção de elementos da anterior direcção e a liderança firme estão a aparecer. contudo, há desafios tremendos como o estudo demonstrou e os factos demonstram. O contrato de transmissão de direitos de televisão do Benfica é um primeiro desafio, o segundo é o dos jovens sub-20 o que sugere que as características do modelo de futebol português necessita de maiores aprofundamentos teóricos antes da decisão por todos os envolvidos.
Quem também saiu do FCP de Pinto da Costa foi o treinador de sub-20, Ilídio Vale, cujo resultado do jogo de hoje é independente de uma apreciação positiva do seu trabalho extraordinário e da necessidade de equacionar ao nível do trabalho com o desporto amador uma visão das selecções jovem.
A mesma afirmação feita sobre o Benfica demonstra facilmente que o que é bom para o FCP podenão ser bom para o futebol português.
Pinto da Costa gera capital humano de elevada qualidade para o futebol profissional mas como se observa com clareza no caso dos jovens nacionais o modelo de contratação seguido pelo Benfica e pelo Porto vai matar as selecções.
Faltam ao desporto português condições para suportar a valorização de capital e de externalidades como as que Pinto da Costa acumula sustentadamente e faltam condições para colocar aos diferentes agentes privados condições de interiorização do capital gerado.
Falta a Pinto da Costa liderança de qualidade noutros domínios do desporto e do futebol português para que a valia da sua liderança mais se realce e sobressaia por esse mundo.
A par das vitórias no futebol profissional em Portugal e principalmente nos campeonatos europeus da UEFA durante os últimos 30 anos Pinto da Costa é uma escola de futebol moderno.
Pinto da Costa forma líderes que depois de consolidados no clube passam para outras organizações.
Apenas um exemplo com Fernando Gomes da Liga cujo mandato ainda começou mas que se espera venha a beneficiar da transicção bem sucedida de Hermínio Loureiro. O estudo realizado é um primeiro passo, a manutenção de elementos da anterior direcção e a liderança firme estão a aparecer. contudo, há desafios tremendos como o estudo demonstrou e os factos demonstram. O contrato de transmissão de direitos de televisão do Benfica é um primeiro desafio, o segundo é o dos jovens sub-20 o que sugere que as características do modelo de futebol português necessita de maiores aprofundamentos teóricos antes da decisão por todos os envolvidos.
Quem também saiu do FCP de Pinto da Costa foi o treinador de sub-20, Ilídio Vale, cujo resultado do jogo de hoje é independente de uma apreciação positiva do seu trabalho extraordinário e da necessidade de equacionar ao nível do trabalho com o desporto amador uma visão das selecções jovem.
A mesma afirmação feita sobre o Benfica demonstra facilmente que o que é bom para o FCP podenão ser bom para o futebol português.
Pinto da Costa gera capital humano de elevada qualidade para o futebol profissional mas como se observa com clareza no caso dos jovens nacionais o modelo de contratação seguido pelo Benfica e pelo Porto vai matar as selecções.
Faltam ao desporto português condições para suportar a valorização de capital e de externalidades como as que Pinto da Costa acumula sustentadamente e faltam condições para colocar aos diferentes agentes privados condições de interiorização do capital gerado.
Falta a Pinto da Costa liderança de qualidade noutros domínios do desporto e do futebol português para que a valia da sua liderança mais se realce e sobressaia por esse mundo.
Subscrever:
Mensagens (Atom)