Caso se concretize a perda da Secretaria de Estado do Desporto no novo governo, o desporto deveria sustentar que a poupança efectuada deveria ser aplicada na estruturação de um novo IDP que a estrutura funcional e da despesa actual são incapazes de assumir.
Sem obstaculizar outros cortes e outros financiamentos como os possíveis de um novo quadro de investimento central como QREN que se sugeriu virá a ser estruturado a seu tempo.
Trabalhando numa perspectiva de optimização óptima (passe a redundância) caso o novo IDP juntasse as suas funções às do velho INATEL e às do desporto escolar com uma forte articulação com o associativismo e as autarquias, os recursos do desporto deveriam ser concebidos em torno desse paradigma, de uma política renovada e sem igual no passado a única capaz de alavancar solidamente o nosso desporto para níveis europeus medianos.
O poste de José Manuel Constantino que cito no poste anterior deixa medidas cautelares a quem de direito.
O sentido do que não se passa no menos excitante mercado económico de Portugal mas passa-se no mais excitante mercado económico do mundo
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sexta-feira, 24 de junho de 2011
O bem mais importante é a capacidade de diálogo
José Constantino, aqui, no Colectividade Desportiva tem um bom poste sobre a orgânica do desporto e os capitais bnecessários para a decisão de curto prazo.
Concordo com a complexidade da decisão e com a sugestão de diminuir a dimensão das empresas públicas de desporto e de resolver o problema desportivo, e quem sabe do problema cultural, da Fundação INATEL.
Concordo com a não alteração do Modelo Europeu de Desporto mas devemos falar de uma questão de grau.
O Modelo Europeu de Desporto é rico em sub-modelos e o de Portugal é mais ineficiente do que os outros.
Seria uma perda muito grande se a presente legislatura perdesse a oportunidade de afinar decididamente o Modelo Europeu de Desporto que Portugal prossegue.
Portanto, faz sentido mexer no sub-modelo do desporto nacional.
Por fim, surgiu a hipótese do Desporto não ter uma Secretaria de Estado mas um Instituto do Desporto com funções alargadas.
Caso o novo Governo queira mais uma vez surpreender, esta solução parece ser intelectualmente estimulante e do ponto de vista desportivo uma oportunidade que por definição tem ingredientes para mexer com o 'business as usual'.
Concordo com a complexidade da decisão e com a sugestão de diminuir a dimensão das empresas públicas de desporto e de resolver o problema desportivo, e quem sabe do problema cultural, da Fundação INATEL.
Concordo com a não alteração do Modelo Europeu de Desporto mas devemos falar de uma questão de grau.
O Modelo Europeu de Desporto é rico em sub-modelos e o de Portugal é mais ineficiente do que os outros.
Seria uma perda muito grande se a presente legislatura perdesse a oportunidade de afinar decididamente o Modelo Europeu de Desporto que Portugal prossegue.
Portanto, faz sentido mexer no sub-modelo do desporto nacional.
Por fim, surgiu a hipótese do Desporto não ter uma Secretaria de Estado mas um Instituto do Desporto com funções alargadas.
Caso o novo Governo queira mais uma vez surpreender, esta solução parece ser intelectualmente estimulante e do ponto de vista desportivo uma oportunidade que por definição tem ingredientes para mexer com o 'business as usual'.
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