Ver aqui o artigo do Jornal de Negócios.
Termina perguntando e respondendo:
"Há alternativa? Claro que há. A Europa não se gere
pelos 5% de ideias económicas que infelizmente foram parar ao Ministério das Finanças. Nem de perto, nem de longe.
Passos Coelho tem muito que aprender. Já está é a ficar sem tempo para o fazer.
Vítor Gaspar tem um bocado de razão em pensar como pensa. É isso que acontece
sempre, entre economistas. Mas deitou essa razão por borda fora, ao ir tão
longe, tão fora da realidade do país, do euro e da Europa. Precisamos de
recentrar o País, para o que convém começar por reconhecer as causas das
coisas."
O sentido do que não se passa no menos excitante mercado económico de Portugal mas passa-se no mais excitante mercado económico do mundo
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Quero dizer duas ou três questões sobre as consequências do OE2012
A situação do desporto português é muito difícil
O que se está a passar é uma tragédia
A brutalidade faz parte do problema
Está tudo em causa
O futuro do desporto português tem de ser muito pensado
Até ao final de 2011 é o prazo de conceber soluções, minimizar os estragos, concentrar os recursos escassos em vectores alavancadores de vontades e ter a capacidade de pensar o desporto português em profundidade.
Tudo o que está pensado tem de ser repensado,
Há que repensar cursos, conferências, conteúdos, actividades desportivas, ...
O desporto não terá líderes à altura do que se passa, como já foi dito e redito.
Porque mesmo sem líderes iluminados afinal não se pode dizer que não houve sinais e palavras de alerta para os erros cometidos e os fracassos encontrados.
Não há espaço e interlocutores, não há democracia e competência, não há vontade e voluntarismo, não há ética nem o querer a criação do bem-estar através do desporto, de acordo com as mais elevadas posturas públicas.
O que se está a passar é uma tragédia
A brutalidade faz parte do problema
Está tudo em causa
O futuro do desporto português tem de ser muito pensado
Até ao final de 2011 é o prazo de conceber soluções, minimizar os estragos, concentrar os recursos escassos em vectores alavancadores de vontades e ter a capacidade de pensar o desporto português em profundidade.
Tudo o que está pensado tem de ser repensado,
Há que repensar cursos, conferências, conteúdos, actividades desportivas, ...
O desporto não terá líderes à altura do que se passa, como já foi dito e redito.
Porque mesmo sem líderes iluminados afinal não se pode dizer que não houve sinais e palavras de alerta para os erros cometidos e os fracassos encontrados.
Não há espaço e interlocutores, não há democracia e competência, não há vontade e voluntarismo, não há ética nem o querer a criação do bem-estar através do desporto, de acordo com as mais elevadas posturas públicas.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Qual o cenário ideal e o possível para o futuro
O que vai o desporto ter a curto prazo e no meio de seis crises política, social, económica, financeira, orçamental e desportiva?
A pergunta a colocar é se José Sócrates vencer as eleições ou formar governo em coligação se haverá, apesar de tudo, a esperança de haver 'vinho novo em odres velhos'.
- Um secretário de Estado diferente, para criar com determinação um futuro europeu;
- O mesmo segundo o interesse das organizações desportivas, para o 'business as usual'.
A pergunta a colocar é se José Sócrates vencer as eleições ou formar governo em coligação se haverá, apesar de tudo, a esperança de haver 'vinho novo em odres velhos'.
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