A Empresa Municipal de Aveiro vai ser extinta pela autarquia, segundo o DN, aqui.
Um bom exemplo a ser seguido por outras autarquias que sobre um mau investimento criaram um sorvedouro de dinheiros que teriam aplicações alternativas positivas no desporto.
Uma evidência que tarda em ser implementada nacionalmente.
Os maus exemplos tardam em ser corrigidos e em criar instrumentos políticos de correcção.
O sentido do que não se passa no menos excitante mercado económico de Portugal mas passa-se no mais excitante mercado económico do mundo
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sábado, 8 de outubro de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
CTT não abdicam dos camarotes
O Semanário SOL, aqui, diz que os CTT forçados pelas medidas de austeridade a fazer cortes na sua despesa que é pública, não abdica dos camarotes dos estádios e agora convidou associações para frequentarem os camarotes.
Já tinha referido noutro lugar o hábito da Catalunha levar por sistema ao estádio do Barcelona jovens para assistência aos jogos.
Levar aos camarotes é capaz de ser ruidoso e tapar o sol com a peneira veremos o que dirão o FMI e o FEEF.
Os clubes terão de se adaptar aos novos tempos de crise e estar preparados para cortes nas despesas das empresas nomeadamente as públicas.
Talvez a solução seja convidar o FMI e a União Europeia para alguns jogos, tendo o cuidado de os colocar longe dos hooligans locais.
A outra alternativa é os clubes portugueses ganharem a Taça Europa e no tempo que falta para a nova temporada racionalizarem o campeonato do I Liga de acordo com os melhores princípios europeus e os princípios do fair-play financeiro da UEFA.
Já tinha referido noutro lugar o hábito da Catalunha levar por sistema ao estádio do Barcelona jovens para assistência aos jogos.
Levar aos camarotes é capaz de ser ruidoso e tapar o sol com a peneira veremos o que dirão o FMI e o FEEF.
Os clubes terão de se adaptar aos novos tempos de crise e estar preparados para cortes nas despesas das empresas nomeadamente as públicas.
Talvez a solução seja convidar o FMI e a União Europeia para alguns jogos, tendo o cuidado de os colocar longe dos hooligans locais.
A outra alternativa é os clubes portugueses ganharem a Taça Europa e no tempo que falta para a nova temporada racionalizarem o campeonato do I Liga de acordo com os melhores princípios europeus e os princípios do fair-play financeiro da UEFA.
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